quinta-feira, 29 de setembro de 2022

A 'arte' da degeneração

 Olá, Visitantes.

Segue abaixo um excerto de um livro do filósofo judeu alemão Gunther Anders, explicando como seria possível escravizar a humanidade. Como vemos, há décadas que esse plano é utilizado com precisão e sordidez ímpares.

Com o acréscimo de biometria, chip na mão ou na testa, nanochips pelo organismo via v'acina e dezenas de leis exterminadoras de direitos, tudo será como a NOM há décadas preconiza.

Fabian.

Foi em 1956 que o filósofo judeu alemão Günther Anders escreveu esta reflexão :
′′Para sufocar antecipadamente qualquer revolta, não deve ser feito de forma violenta. Métodos arcaicos como os de Hitler estão claramente ultrapassados. Basta criar um condicionamento coletivo tão poderoso que a própria ideia de revolta já nem virá à mente dos homens. O ideal seria formatar os indivíduos desde o nascimento limitando suas habilidades biológicas inatas...

Em seguida, o acondicionamento continuará reduzindo drasticamente o nível e a qualidade da educação, reduzindo-a para uma forma de inserção profissional. Um indivíduo inculto tem apenas um horizonte de pensamento limitado e quanto mais seu pensamento está limitado a preocupações materiais, medíocres, menos ele pode se revoltar. É necessário que o acesso ao conhecimento se torne cada vez mais difícil e elitista..... que o fosso se cave entre o povo e a ciência, que a informação dirigida ao público em geral seja anestesiada de conteúdo subversivo.

Especialmente sem filosofia. Mais uma vez, há que usar persuasão e não violência direta: transmitir-se-á maciçamente, através da televisão, entretenimento imbecil, bajulando sempre o emocional, o instintivo. Vamos ocupar as mentes com o que é fútil e lúdico. É bom com conversa fiada e música incessante, evitar que a mente se interrogue, pense, reflita.

Vamos colocar a sexualidade na primeira fila dos interesses humanos. Como anestesia social, não há nada melhor. Geralmente, vamos banir a seriedade da existência, virar escárnio tudo o que tem um valor elevado, manter uma constante apologia à leveza; de modo que a euforia da publicidade, do consumo se tornem o padrão da felicidade humana e o modelo da liberdade.

Assim, o condicionamento produzirá tal integração, que o único medo (que será necessário manter) será o de ser excluído do sistema e, portanto, de não poder mais acessar as condições materiais necessárias para a felicidade. O homem em massa, assim produzido, deve ser tratado como o que é: um produto, um bezerro, e deve ser vigiado como deve ser um rebanho. Tudo o que permite adormecer sua lucidez, sua mente crítica é socialmente boa, o que arriscaria despertá-la deve ser combatido, ridicularizado, sufocado...

Qualquer doutrina que ponha em causa o sistema deve ser designada como subversiva e terrorista e, em seguida, aqueles que a apoiam devem ser tratados como tal ′′
Günther Anders - ′′ A obsolescência do homem ′′ 1956

sexta-feira, 16 de setembro de 2022

Espólios de guerra

Olá, Visitantes.

Seguem abaixo alguns relatos de sobreviventes da 2ª Guerra que mostram a brutalidade e a covardia dos aliados com as ex-prisioneiras que traduzi do link no final do texto. Um artigo mais extenso sobre atrocidades aliadas no pós-guerra e muitos links sobre o assunto, vocês podem ver AQUI AQUI.

Descubram o porquê da estúpida frase de uma jornalista brasileira ("Na 2ª Guerra, sabíamos exatamente quem eram os mocinhos e quem eram os bandidos!" - Míriam Leitão) ser a síntese da sórdida parcialidade ou coisa muito pior que grassa pela mentalidade torpe e atitudes nefastas dos muitos formadores de opinião mundiais, que deveriam ser obliterados dessa função.
Fabian.
Estupradas por seus salvadores: 
Como sobreviventes de Auschwitz escaparam
de um pesadelo apenas para enfrentar
uma outra provação inimaginável
Auschwitz
Crianças libertadas de Auschwitz em 1945
Saudáveis e agasalhadas.
Eva Mozes Kor correu para a porta de sua cabana, mas não conseguia ver nada na neve. Só depois de alguns minutos, ela conseguiu distinguir soldados do Exército Vermelho vestidos de casacos brancos de camuflagem.

"Nós corremos até eles e eles nos deram abraços, biscoitos e chocolates", ela lembra. "Estar tão só, um abraço significava mais do que qualquer um poderia imaginar, pois, restituiu o calor humano de que precisávamos. Nós não tínhamos só fome de comida, mas estávamos famintas de bondade humana e o Exército Soviético fez nos fornecer um pouco disto."

Para os vários milhares de presos enfraquecidos que tinham sobrevivido em Auschwitz, os soldados do Exército Vermelho da Primeira Frente Ucraniana que libertaram o campo da morte, em 27 de janeiro de 1945, foram os primeiros rostos amigos que tínhamos visto há anos. Sem dúvida, foi um momento de celebração. (...)

No entanto, enquanto nós reconhecemos a libertação, devemos também uma pausa para considerar o que aconteceu depois para aqueles que sobreviveram regime terrível do campo.

Uma história de abuso, estupro, roubo e terrível traição. 

No início, apesar de serem amigáveis às vítimas, os russos estavam estranhamente afetados pelo que viram em Auschwitz. Na verdade, a libertação foi mal noticiada na imprensa soviética - em 2 de fevereiro de 1945, houve um pequeno relatório no Pravda, mas dificilmente a cobertura que você poderia imaginar. [A real "decepção" dos russos foi ver que os campos do 3º Reich eram imensamente melhores que seus Gulags e que não tinham do que acusar os alemães para esconder suas podridões. Confiram nas fotos russas abaixo. Mas, daí, vieram os sionistas e... - NT] (...)
Judeus marcados para morrer?
Calmos e agasalhados?
Velhos judeus inúteis indo para as "câmaras de gás"?
Condições desumanas de trabalho em Auschwitz?

Prisioneiros agasalhados e saudáveis de Auschwitz
Prisioneiros saudáveis saindo de Auschwitz
Sua propaganda marxista minimizou o sofrimento dos judeus - do 1.100.000 pessoas mortas em Auschwitz, 1.000.000  eram judeus [Até meados da década de 1990, eram 4 milhões, sendo 3 milhões de judeus. A única investigação forense oficial sobre o holocausto reduziu em 2 milhões o número de judeus supostamente mortos em Auschwitz - NT] - a fim de reivindicar que a fábrica de assassinatos foi um exemplo de exploração do capitalismo fascista dos trabalhadores dispensáveis. (...)

Helena era uma mulher jovem e bonita em seu 20 anos; sua irmã era dez anos mais velha que ela, mas parecia quase com idade para ser sua mãe. Helena e sua irmã se arrastavam pelas estradas da Polônia por dias, tentando chegar em casa, na Tchecoslováquia, e então, se abrigavam em sebes ou celeiros à noite. Muitas vezes, elas compartilhavam o abrigo que conseguiam encontrar com outras mulheres, também recém-libertadas de campos nazistas. Elas logo descobriram que, na escuridão, soldados do Exército Vermelho estavam a procurar por mulheres.

"Eles eram bêbados - totalmente bêbados!", diz Helena. "Eles eram animais selvagens." Soldados do Exército Vermelho olhavam "para meninas bonitas e estupravam-nas'. A fim de tentar escapar das atenções dos soldados soviéticos, Helena costumava se esconder, ajudada por sua irmã mais velha que a fazia parecer o menos atraente possível. Como resultado, foram as outras mulheres agachadas ao lado delas que sofreram. E Helena estava muito consciente do que exatamente estava acontecendo:

"Eu as ouvia gritando, até que se aquietavam e não tinham mais forças. Houve casos em que elas foram estupradas até a morte. Eles as estrangularam. Eu virei minha cabeça, porque não queria ver e porque eu não poderia ajudá-las. Eu estava com medo que fossem estuprar a minha irmã e a mim. Eles eram animais! Não importa onde nos escondíamos; eles encontravam os nossos esconderijos e estupravam algumas das minhas amigas.

"Eles fizeram coisas horríveis a elas. Até o último minuto, nós não podíamos acreditar que ainda conseguiríamos sobreviver. Nós pensamos: se nós não morremos com os alemães, morreríamos com os russos." (...)

O número exato de ataques sexuais perpetrados por soldados soviéticos à medida que avançavam através da Alemanha e, em seguida, no rescaldo da guerra, nunca será conhecido, mas o número é certamente na casa das centenas de milhares, se não milhões. A revelação de que as mulheres que já tinham sofrido tantos maus-tratos em campos como Auschwitz foram posteriormente estupradas por seus libertadores adiciona um nível grotesco de náuseas para a história que não existia antes.

Prisioneiros de Auschwitz, como Linda Breder, dizem - incrivelmente - que tiveram o seu regresso para casa ainda mais terrível do que no seu tempo no acampamento. Tal como muitos dos outros prisioneiros de Auschwitz libertados, Linda estava vagando pela Polônia no final da primavera e início do verão de 1945, tentando fazer seu caminho para casa. Na estrada, ela e um grupo de outras mulheres aceitaram uma carona em um caminhão de soldados soviéticos.

Elas fizeram isso só porque estavam tão cansadas ​​que sentiram que não poderiam continuar a pé - mas elas ainda estavam com medo, porque estavam bem conscientes de que os soviéticos frequentemente estupravam meninas. Depois de algumas milhas, o caminhão parou. As mulheres foram obrigadas a descer da parte de trás.


Elas estavam apavoradas, pensando que seriam todas estupradas. Mas os soldados tinham outro crime em suas mentes naquele dia e decidiram apenas roubar-lhes tudo o que tinham. Isso era ruim o suficiente, mas, como disse Linda Breder, "pelo menos, nós escapamos com vida".

Pior foi a seguir para Linda, quando ela finalmente conseguiu voltar para sua cidade natal de Stropkov, na Eslováquia. Ela desceu a sua antiga rua e bateu na porta da sua casa. "A porta foi aberta por um homem russo ou ucraniano", disse ela. Ele era um completo estranho e estava vivendo em sua casa. "Volte para o lugar de onde veio! ", disse ele e, em seguida, bateu a porta na cara dela.

Com os soviéticos, que agora ocupavam a Eslováquia, Linda sentia que não tinha nenhuma esperança de recuperar sua vida passada. Ela virou-se para a rua principal de sua cidade natal e percebeu as casas que anteriormente pertenciam a amigos e parentes estavam agora ocupadas por pessoas da União Soviética.

"Quando olhei para as janelas dessas casas, eu tinha a sensação de que todos os olhos estavam voltados para mim. Todo mundo estava mantendo distância como se eu estivesse envenenada ou algo assim. Saí no dia seguinte e nunca mais voltei."

E não foi apenas prisioneiros de Auschwitz que sofreram após sua libertação em 1945. Walter Fried era um judeu do Leste Europeu que tinha sido forçado a trabalhar em um campo de trabalho nazista. Após a libertação, ele voltou para casa, juntamente com seu pai, para a cidade de Topolcany na Eslováquia, onde descobriram que o seu bem-sucedido negócio de restaurante de gerência familiar já tinha sido "nacionalizado" e dado a alguém para gerenciar.

"Eles não queriam que a gente voltasse. Eles não queriam ter que liquidar as suas contas com a gente e olhar-nos nos olhos. Nossos melhores amigos de antes tornaram-se nossos piores inimigos. Em 1945, nós éramos mais ameaçados do que em 1942, quando saímos. Isso é o quanto de ódio que havia."

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-1247157/How-survivors-Auschwitz-escaped-nightmare-faced-unimaginable-ordeal.html#ixzz3kaHb2a82

O texto abaixo fala de mais crueldades aliadas. Copiei DAQUI com pequenos acréscimos e o original é ESTE.

História: crimes de guerra desconhecidos dos Aliados


Um retorno histórico muito desconhecido do que se passou após a 2ª guerra mundial. Conhecia-se as atrocidades largamente mediatizadas cometidas pelos nazis. O que se conhece bem menos, são as atrocidades cometidas vingativamente pelos aliados. Nível horror, não ficam a desejar a ninguém.

"Other Losses", é um livro de investigação de James Bacque sobre a morte massiva de prisioneiros de guerra alemães ás mãos dos franceses e americanos após a 2ª guerra mundial.


O coronel Ernest F. Fisher, ex-historiador da US Army Center for Military History, redigiu um prefácio a Other Losses: " A partir de Abril 1945, as armadas americanas e francesas, como rotina, exterminaram cerca de 1 milhão de homens, a maior parte nos campos de concentração americanos". Depois de várias e extensivas pesquisas privadas nos Estados-Unidos e Alemanha, Merrit P. Drucker enviou um e-mail ao tenente-coronel Max Klaar, reformado do exército alemão e presidente da Verband Deutscher Soldaten (uma associação de antigos combatentes), deplorando as condições de detenção inumanas nos campos de prisioneiros americanos, onde segundo o coronel reformado Ernest F. Fisher do exército americano, cerca de 750.000 Alemães morreram porque se lhes recusava a comida e abrigos disponíveis. Por ordem do comandante americano, o general Dwight Eisenhower, os civis alemães eram proibidos, sob pena de abate, de levar comida aos prisioneiros. 


  Um soldado americano vigia os prisioneiros de guerra alemães, 
num campo perto de Remagen na Alemanha, 25 de Abril 1945.

Editado pela primeira vez em 1989, "Other Losses" rapidamente foi best-seller mundial publicado em 13 países, mas não foi difundido nos Estados-Unidos. Uma nova edição que contém inúmeras novas revelações provenientes dos arquivos do KGB, em Moscovo, foi encomendada por Karl Siegler, filho de um antigo prisioneiro de um campo americano. No 31 de Outubro 2011, a Washington, na ocasião desta reedição, Merrit P. Drucker (major reformado do exército americano) pediu desculpa ao exército alemão pela morte de prisioneiros de guerra alemães. Merrit P. Drucker constituiu uma comissão de 6 pessoas, na Alemanha, Grande-Bretanha, Canadá e Estados-Unidos, para prosseguir outras pesquisas. No site da associação alemã de antigos combatentes, foi posto um questionário que recebeu inúmeras respostas.

Condensado de um comunicado de Ernst Friedel


Prisioneiros alemães num campo americano 
perto de Regensburg na Alemanha, 8 de Maio 1945.

Testemunho de Stephen R.

"Entendi histórias de esse tipo de maneira repetida, no fim dos anos 40. Algumas eram bem piores quanto ao número de mortos. Eu era um super-patriota e respondi a uma criança que aquele que lhe tinha falado era um mentiroso. No domingo, ele entra na minha casa e levou-me, e escutei o discurso de um amigo de sua mãe, que fora guarda de um campo. Ele ficou histérico e disse que 100 victimas eram enterradas a cada dia. Ele fazia parte de uma espécie de esquadrão da morte itinerante. Eles chegavam num campo de prisioneiros de guerra alemães no fim de 1945, levavam prisioneiros selecionados para um campo e vigiavam-nos até que eles morressem de frio."


Prisioneiros alemães num campo perto de Sinzig, 12 Maio 1945

O livro Other Losses é uma longa pesquisa sobre o tratamento dos prisioneiros de guerra alemães nos campos americanos e francês no fim da 2ª guerra mundial.

Ele é seguido de Crimes and Mercies editado alguns anos mais tarde.

Comentários de Eric Blair:

" O livro Crimes and Mercies, concentra-se sobretudo na triste sorte de 60 milhões de civis alemães no após-guerra.. Publicado em Setembro de 1997, Crimes and Mercies tem mais de 300 páginas. Inclui mais de 30 cartas, fotos e ilustrações; um prefácio de um historiador especialista, Alfred De Zayas, e uma introdução do autor; 8 capítulos, com um índex, uma bibliografia, notas e apêndices. Mas é provavelmente na página 131 que nós encontramos o epicentro do livro, e sua tese sísmica; um pequeno quadro de estatísticas, que as descobertas de Bacque podem ser vistas de um piscar de olhos:


Total de mortos
                                                  Mínimo          Máximo

Expulsos(1945-50)                   2.100.000        6.000.000
Prisioneiros(1941-50)              1.500.000         2.000.000
Residentes(1946-50)                5.700.000         5.700.000
Total                                         9.300.000      13.700.000

Visualizar Crimes and Mercies

Os "expulsos" designam os 16 milhões de pessoas de etnia alemã que foram postos fora de seus locais ancestrais na Polónia, Hungria, Checoslováquia, e em toda a Europa no fim da guerra. Este número compreende sobretudos as mulheres, crianças e idosos que apenas com algumas bagagens e submetidos á profunda hostilidade das populações locais, puseram-se em marcha para o que restava da Alemanha.

Os "prisioneiros" designam aqui a população civil alemã que sobreviveu á 2ª guerra mundial.

Segundo Bacque, por causa de essas condições extraordinariamente duras impostas pelos Aliados (os britânicos, soviéticos e americanos), pelo menos 9,3 milhões de Alemães e possivelmente até 13,7 milhões foram mortos até 1950, sem nenhuma necessidade. Ele escreve :

"São mais os alemães mortos do que os que morreram nas batalhas, raids aéreos e campos de concentração durante a guerra. Milhões de pessoas morreram lentamente de fome sob o olhar dos vencedores a cada dia durante anos"


Bebês alemães morrendo de fome num hospital Católico Infantil em Berlin, 
em Outubro de 1947. O bebê á direita está perto da morte.

Acrescenta: "Esses mortos jamais foram honestamente reconhecidos nem pelos Aliados nem pelo governo Alemão". É esta desonestidade, em parte devido ao silêncio, á indiferença, ao ódio anti-alemão, assim que á erudição corrompida, que Bacque quer corrigir com o presente livro. Na sua linha conductora do recito e ao lado deste; existe um grande número de motivos recorrentes. A explosão da inumanidade sem pudor dos dirigentes aliados: Roosevelt, Churchill, Staline e De Gaulle.

Mas é o secretário americano do Tesouro, Henry Morgenthau Jr., que é o grande culpado, aquele que incuba o ovo da serpente: o plano Morghentau, vicioso e vingativo, com o objectivo de desindustrializar e subjugar o povo alemão.

Concebido e posto em obra pela directiva punitiva JCS/1067, o Plano Morghentau destrói a economia alemã e por extensão a frágil economia europeia. Por causa dele, a reconstrução alemã do após-guerra foi reportada para o fim de 1948; nesse momento milhões de civis alemães já tinham morrido. Para contraste, o herói do livro - e a quem o livro é dedicado- é Herbert Hoover.

Foi Hoover que, no espírito da caridade cristã e fiel ás suas raízes de Quaker (os Quaker formam um movimento religioso protestante, conhecido pela sua devoção á não-violência e á caridade) conduziu um esforço de ajuda alimentar á escala mundial durante o período do após-guerra; salvando por esta acção, afirma Bacque, provavelmente até 80 milhões de vidas; um ponto final de um livro de história cheio de estatísticas desencorajadoras.

Hoover fez assim campanha por um programa de ajuda alimentar para melhorar as condições desesperadas que reinavam na Alemanha, o que, com o Plano Marshal, ajudou a meter fim ao pesadelo Morghentau e salva literalmente milhões de vidas de uma morte lenta.

Bacque critica severamente os médias ocidentais, desde o New York Times até ao último, por esconderem ou negado injustamente a cumplicidade dos aliados em inúmeras atrocidades; pela traição insensata da resistência alemã anti-hitleriana, os Cossacos anti-comunistas e os Polacos Livres (anti-comunistas); e das odiosas crueldades que foram infligidas pelos vencedores ás mulheres alemãs sem defesa, mas sem medo, que tentavam ajudar os seus maridos doentes e esfomeados, internados nos campos de prisioneiros Aliados.

A determinação de Bacque em fazer luz sobre certas verdades, escondidas ou negligenciadas desde há muito sobre os Aliados ocidentais e suas acções muito pouco gloriosas durante e após a 2ª guerra mundial, provocará, tão certo como a noite sucede o dia, a animosidade de uma cabala mitológica que rebaixou a noção simplista de heroísmo e da decadência dos aliados - e da maldade exclusiva dos Alemães- durante a última metade do século.

Autor: Ernst Friedel

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Fotos raras

Olá, Visitantes.

Resolvi fazer um apanhado de fotos menos conhecidas de prisioneiros dos campos alemães da 2ª guerra, estranhamente saudáveis e bem tratados. É muito propalado pelos revisionistas e alguns historiadores que as grotescas imagens de milhares de corpos esquálidos encontrados pelos "libertadores" aliados eram de mortos por inanição e doenças, não por crueldades, eletrocussões e gaseamentos.

Um preguiçoso (ou coisa pior) visitante do meu blog disse que "essas fotos não existem!" Grassei a internet e eis algumas logo abaixo. Várias fotos trazem os presos de todas as idades num ambiente sem nenhuma brutalidade, ameaça ou desumanidade. E uma grande questão: a quem foi permitido tirar muitas dessas fotos durante a guerra?




Não quero, com este post, dizer que não houve sofrimentos, perseguições, mortes, etc. Isto e bem mais são a tônica de qualquer guerra para todo mundo. Porém, pelas fotos, a dúvida, de fato, é muito coerente.
Fabian.


Judeus em um campo provisório na Holanda


Um tranquilo desembarque

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Desembarque sem sustos, violências, ofensas,...

Detentos saudáveis e aptos ao trabalho.

De todas as idades, muito bem agasalhados.
Orquestra de prisioneiros em Auschwitz

Resultado de imagem para fotos wilhelm brasse
Registravam crianças para quê? Não eram inúteis?
Crianças e mais crianças saudáveis...!
Nenhum sinal dos conhecidos maus tratos
Famílias inteiras saudáveis.

Amplo, limpo e bem iluminado armazém de trabalho
em Birkenau

Resultado de imagem para fotos 2ª guerra campos de concentração armazéns
Prisioneiros do Complexo Dora-Nordhausen
Extraída daqui.
Banhos quentes em Birkenau

Trânsito entre os campos, descrito por Wiesel em "Noite"

Apresentação no teatro de Auschwitz

Pausa no show pra um lanchinho?


Imagem relacionada
Tranquilos e bem agasalhados ?


Futebol de prisioneiros - Buchenwald (1944)

Espaço e tempo até para brincadeiras?
Idoso "inútil" liderando detentos bem agasalhados

Resultado de imagem para fotos 2ª guerra campos de concentração
Uma bengala? Deficientes não eram
imediatamente gaseados?

Um "mar" de sobreviventes saudáveis
Idosos, gente comendo, todos tranquilos, com plena saúde.

Muitos sorrisos saudáveis.

Cheios de vigor e energia
Vários idosos com saúde entre os libertados
Congratulações na saída de Auschwitz
Mãe e filho saudáveis após libertação
Judeus num Shabat em Buchenwald após a libertação

Olimpíada em Buchenwald

Soldados muçulmanos de Hitler

Forró em Auschwitz?

terça-feira, 23 de agosto de 2022

Assassinos seriais

Olá, Visitantes.

Sempre que vemos a identificação de um assassino pela mídia, esta mostra todos os detalhes dele (ao menos, aparentemente). Se for muçulmano, então, mostra seus vizinhos, sua infância e, até, sua árvore "ginecológica" (pois é: a coisa chega a ser pornográfica!).

Mas isso não ocorre quando os criminosos são judeus. Estes são imensamente protegidos por sua mídia (nada contra isto). Pode-se até revelar o assassino, mas nunca sua origem. Por exemplo: vocês conhecem o caso de uma quadrilha de judeus russos e italianos que sequestrava crianças para realizar filmes pornôs e elas eram assassinadas durante as filmagens? Nunca viram isso em nenhuma grande mídia, certo? Confira essa dantesca história AQUI.

Há o caso mais famoso da História (Jack, o Estripador), cuja identidade foi confirmada: descobriu-se ser um imigrante judeu polonês chamado Aaron Kosminski (apesar de haver outras versões). Porém, a patrulha sionista já está colocando dúvidas no assunto. E AQUI, eles procuram explicar cientificamente qual foi a "falha" na maneira em que a descoberta se deu. Então, aproveito para perguntar: por que não usam incríveis técnicas forenses como essas para homologar o que as testemunhas do holocausto judeu afirmam? Afinal, esses técnicos estão atestando a respeito de UMA pessoa do século 19; logo, seria muito mais fácil de se atestar os ditos 6 milhões de judeus (mais de meio século depois) para dirimir toda e qualquer dúvida, não seria?

Podemos ver muitos outros casos. Vejam abaixo uma lista de assassinos seriais famosos, cuja origem judaica é sempre omitida ou tergiversada (afirma-se que pertencem a outra religião ou etnia). Cui bono? Ou, na linguagem popular: "NO MEU, NÃO!!"

Traduzido, compilado e adaptado por mim DAQUI e DAQUI. Para confirmar a lista, AQUI.
Fabian.

200px-Nathaniel_Bar-Jonas
Nathaniel Bar-Jonas (nascido David Paul Brown), canibal e pedófilo,
conseguiu não ser condenado à morte por essas práticas contra Zachary Ramsay,
de 10 anos, porque a mãe do menino se recusou a crer que o filho estava morto.
Foi condenado a 130 anos de prisão por seqüestro,
assalto agravado e agressão de crianças.

12
Dylan Klebold (junto com Eric Harris) foi o responsável pelo "Massacre de Columbine",
no qual 13 pessoas foram assassinadas e 24, feridas.
O motivo é atribuído a bullying e
depressão com tendências suicidas, segundo sua mãe.
Ele e seu parceiro se mataram na biblioteca da escola.

Edgein
Edward Theodore Gein (Ed Gein) começou exumando cadáveres femininos recentes,
extraindo suas vaginas e usando calcinhas com elas dentro.
Passou a matar mulheres e usar partes de seus corpos pela casa:
crânios como tigela de sopa; pele para revestir cadeiras, etc.
Livrou-se da pena de morte por ter sido declarado insano.
Morreu no manicômio aos 77 anos.

joel_rifkin1
Joel David Rifkin confessou 17 assassinatos e foi condenado em 1994 por 9 deles
a 203 anos de prisão. Neles, Rifkin estrangulou e desmembrou suas vítimas.
A imprensa estadunidense o apelidou de "Joel, o Estripador".

harold_shipman
Harold Shipman, médico britânico condenado à prisão perpétua
pelo assassinato de 15 idosos por envenenamento com diamorfina.
Quando uma de suas vítimas ( Kathleen Grundy )
lhe deixou uma fortuna de mais 600 mil libras, foi finalmente pego.
Enforcou-se na prisão aos 57 anos.

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Rodney Alcala, serial killer sádico e estuprador,
condenado à morte por 5 assassinatos, mas estima-se em mais de 100.
"Brincava de enforcar" suas vítimas até quase à morte,
as reanimava e repetia o processo várias vezes até matá-las.
Ganhou da Justiça 25 anos de vida e, assim,
só poderá ser executado aos 95 anos de idade.

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Herb Baumeister ("O Assassino de Fox Hollow Farm"),
torturador, estuprador e estrangulador, matou 11 homossexuais,
cujos corpos foram encontrados em seu quintal.
Conseguiu fugir do país e se matou antes de ser capturado.

Harvey Glatman
Harvey Glatman ("O Assassino de Beldades"), se fazia de fotógrafo de estúdios
para atrair suas vítimas, que estuprava e matava por enforcamento.
Assassinou três e foi preso no ato do quarto sequestro,
sendo condenado à morte em câmara de gás.

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David Berkowitz assassinou 6 pessoas com um revólver 44.
Por não gostar da alcunha "O Assassino Calibre .44",
deixou uma carta onde se autodenominou "O Filho de Sam"
após matar um casal no Bronx. Foi condenado a seis prisões perpétuas.

John Wayne Gacy (na foto, com a Primeira Dama Rosalynn Carter),
"O Palhaço Assassino", acusado de matar ao menos 29 garotos,
recebeu 21 prisões perpétuas e 12 penas de morte.
Enquanto aguardava sua execução, fez muitos desenhos infantis,
principalmente palhaços, que viraram itens macabros de colecionadores.
Recebeu uma injeção letal em 1994.

DeSalvo
Albert de Salvo, "O Estrangulador de Boston",
psicopata responsável pela morte de 13 mulheres entre 19 e 85 anos.
Condenado à morte em 1967, foi assassinado seis anos depois,
na enfermaria da prisão de Walpole.

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Jeffrey Dahmer assassinou 17 pessoas entre homens e crianças entre 1978 e 1991.
Estuprador, canibal e necrófilo, é um dos assassinos mais cultuados pelos
"artistas modernos", como Slayer, Ke$ha e Katy Perry.
Foi morto na prisão, junto com outro assassino, por Christopher Scarver,
que afirmou ter recebido "ordens do Além".

Peter Kudzinowski foi condenado à morte em 1929 por três assassinatos,
sendo os dois últimos, de crianças. Era suspeito de outros dois crimes.
Foi eletrocutado no final de 1929.

Sra Tillie Klimek
Tillie Klimek (nascida Otillie Gburek), chamada de "Bluebeard Clique", foi condenada
à prisão perpétua pelo envenenamento por arsênico do seu terceiro marido,
mas era suspeita de ter envenenado seus dois primeiros e outras três pessoas.

220px-Henry_Lee_Lucas
Henry Lee Lucas, assassino confesso de milhares de vítimas
em 23 anos de atividade, teve 11 delas confirmadas,
sendo condenado à morte e, depois, tendo a pena comutada
em perpétua. Morreu de insuficiência cardíaca.

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Charles Schmid, "The Pied Piper of Tucson", estrangulador e estuprador,
matou três mulheres. Condenado à morte, teve a pena comutada em prisão perpétua.
Em 1975, foi esfaqueado 47 vezes por dois detentos, perdendo um olho e um rim.
Morreu vinte dias depois.

shulman_000
Robert Shulman executava suas vítimas a marteladas ou com taco de beisebol
e as desmembrava. Foram cinco prostitutas entre 1991 e 1996.
Condenado à prisão perpétua,
morreu 10 anos depois de ser preso.

saldivar_004
Efren Saldivar, o "Anjo da Morte", matou seis de seus pacientes com injeção letal
e foi condenado a seis prisões perpétuas,
além de ser acusado de mais de 50 outros crimes
entre os anos de 1989 e 1997.

Bundesarchiv Bild 102-00652, Richard Loeb und Nathan Leopold.jpg
Richard Loeb e Nathan Freudenthal mataram Bobby Franks, de 14 anos,
só pela "sensação de cometer um crime perfeito". Ao se declararem culpados,
evitaram o júri popular que certamente os condenaria à morte.
Receberam prisão perpétua pelo assassinato e 99 anos pelo sequestro.

woodfield_004
Randall Woodfield foi condenado por três assassinatos,
mas é suspeito de mais de 40.
Tem a sentença de prisão perpétua e 165 anos adicionais.
É uma espécie de "Killer Star":
tem conta no MySpace onde faz seus "desabafos";
teve várias cartas suas vendidas online
que acabaram virando um livro "The Serial Killer Letters";
casou-se três vezes na prisão.

O andarilho homossexual Louis Kenneth Neu
assassinou dois outros homossexuais em 1933;
um, a golpes com ferro elétrico e outro, estrangulado, roubando-os em seguida.
Foi preso usando o terno de uma de suas vítimas. Foi enforcado em 1935.

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Robert Zarinsky foi condenado à prisão perpétua por dois assassinatos,
mas era suspeito de outros seis, incluindo um policial.
Morreu na prisão em 2008, de fibrose pulmonar.

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James Koedatich, assaltante e estuprador, matou a facadas três pessoas.
Foi condenado à morte, mas mudaram para prisão perpétua
quando três jurados se recusaram a votar pela sua execução.

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Gloria Tennenbaum, débil mental que assassinou três pessoas
(duas delas, envenenadas com cianeto) em 1969.
Jurou inocência até seu último dia.
Suicidou-se no manicômio de Pueblo, em 1971.

Bertram Greenberg assassinou os oficiais de polícia James L. Keeton
e Don A. Beckstead (foto acima) e uma garota de 13 anos.
Esta, ele estrangulou e os policiais, matou durante a fuga.
Foi morto na fronteira do Novo México.

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Joseph Kallinger (nascido Lee Brenner III), "O Sapateiro",
matou três pessoas e torturou quatro famílias, junto com seu filho de 13 anos, Michael.
Seus pais adotivos o sodomizaram por anos
e ele "descontou" em sua esposa e cinco filhos.
Morreu aos 60 anos, na prisão.

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Willian Rothstein foi o responsável pelo covarde assassinato de Brian Wells,
entregador de pizzas que teve uma bomba enrolada em seu pescoço,
sendo cúmplice em outro. Negou até o fim suas participações.

NEW YORK IMOBILIÁRIO HERDEIRO ROBERT DURST durante o julgamento ASSASSINATO
Robert Durst confessou sem querer o assassinato de três pessoas
(entre elas, sua 1ª esposa e sua amiga de infância),
além de ser suspeito em vários outros casos.
Foi sentenciado a 85 meses de prisão.

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Steven Oken assassinou Dawn Marie Garvin. Não satisfeito,
enfiou-lhe uma garrafa de condimentos na vagina.
Após este, assassinou sua meia-irmã Patricia Hirt e um recepcionista de um motel.
Tudo num espaço de duas semanas. Foi executado com uma injeção letal em 2004.

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Jeffrey Lynn Feltner, assassino homossexual, especialista em enfermagem,
que executou oito idosos entre 1988 e 1989, alegando serem
"atos humanitários para acabar com o sofrimento dos doentes".
Condenado à prisão perpétua, morreu com AIDS.

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Phillip Carl Jablonski assassinou cinco mulheres entre 1978 e 1991. Aos 16 anos,
"brincou" de enforcar sua irmã de 14 e conseguiu uma ereção.
Foi preso em 1991 após o assassinato de Margie Rogers e condenado à morte.
Aos 70 anos, continua no corredor da morte.

Ed Savitz
Edward Isadore Savitz (Uncle Eddie , Fast Eddie ou Dr. Feel Good),
degenerado pederasta que,
apesar de consciente de sua condição de aidético,
continuou a ter relações com garotos até ser preso.
Pagou a milhares de jovens rapazes para fazer sexo oral e anal,
além de ficar com suas roupas íntimas sujas de fezes,
que ele guardava em caixas de pizza em seu apartamento. 

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Norman Parker assassinou duas pessoas, uma delas,
uma garota de 18 anos que namorava, apenas porque ela admirava Hitler.
Conseguiu se salvar da execução alegando autodefesa.
Conheça sua hipócrita versão AQUI, onde afirma, entre outras coisas:
"É raro ter um assassino judeu". Depois, hipocritamente, virou criminologista.

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Andrei Chikatilo, "O Açougueiro de Rostov" ou "O Estripador Vermelho",
confessou o assassinato de 53 pessoas entre 1978 e 1990. Era impotente
e só conseguia uma ereção em contato com sangue humano.
Foi executado com um tiro na cabeça em 1994.

Este filho da puta matou Mary Phagan.
Leo Max Frank estuprou e assassinou Mary Phagan,
uma adolescente de 13 anos,  em 1913.
À época, foi criada a judaica ADL (Anti-Defamation League) para defendê-lo.
Após o governador lhe conceder misericórdia,
foi raptado e linchado pela população em 1915.

Outros assassinos da etnia judaica:

Charles Cohen: matou um e espancou os pais até a morte, quase decapitando a mãe;

Louis Fine: casava-se com herdeiras e as matava. Pelo menos seis vítimas;

George Sack: assassinava pelo seguro de vida das vítimas. Cinco foram confirmadas;

Alfred Leonard Cline: indiciado por 9 assassinatos, sendo um clérigo;

Ralph Jerome Selz: um vigarista suspeito de 5 assassinatos;

Benjamin "Bugsy" Siegel e Meyer Lansky: maiores mafiosos da História;

Edward Simon Wein: Estuprador e, mais tarde, assassino em série;

Ralph Nuss: três assassinatos em 1966;

Milton Niport: o "Taxista Judeu", confessou seis assassinatos;

Joseph Fischer: seguiu os mesmos padrões do "Filho de Sam"
(11º e 29º dos meses judaicos; marcou o sábado coincidindo
com o 22 Iyyar, igual ao 1º Sábado observado durante o Êxodo);

Brian Kevin Rosenfeld: enfermeiro, matou três; suspeito de outros 20;

Nathan Trupp: matou 5 pessoas em dois incidentes separados;

Eyal Shachar: médico envolvido em fraudes, matou duas mulheres;

Salomon Rosenbloom: 4 assassinatos, incluindo um sacerdote cristão;

James Eric Gottfried: matou 14 mulheres por toda a Europa.
Tinha um irmão fraudador e um sobrinho assassino.